Brasileiro aqui ou Gringo lá?!

Gostei muito da matéria “Cinco coisas que você precisa saber antes de ir morar fora do Brasil” sobre a visão distorcida que alguns brasileiros tem da vida fácil fora do Brasil.

Viajei algumas vezes ao exterior. E em cada viagem, tento fazer o “blend in”, ou seja, me misturar com a população. Em resumo, você observa os maneirismos, a forma como se vestem, se apronta e sai, a fim de vivenciar a cultura local sem o filtro que é mostrado aos turistas.

É como trocar o camarote da Sapucaí, pela oportunidade de participar de um ensaio lá na quadra da Portela no meio do povão!

Claro, que ao abrir a boca, por mais fluente que você seja, vão logo perceber que você não é nativo… Uma gíria ultrapassada! Uma hesitação em dizer algo corriqueiro. O sotaque que oscila.

Bom, é aí, que as aventuras começam! Pois, no momento em que você está fora do seu país, e os nativos acham que você não é turista, é que o preconceito sai das sombras e mostra os dentes, independente da cor da pele, religião e formação acadêmica.

Lá fora, somos os diferentes, somos gringos e ponto  final!

Deixo aqui os parabéns a autora pela iniciativa da matéria, belissimamente ilustrada sobre as diferenças culturais e as dificuldades que os brasileiros enfrentam no exterior.

Mas não se enganem de que é é preciso sair do Brasil para entender este sentimento de ser imigrante! Nosso pais continental nos possibilita oportunidades únicas. Uma mudança de cidade, e às vezes de estado, já possibilita sentir na própria carne as agruras descritas pela Marjorie Rodrigues em http://www.pragmatismopolitico.com.br/2016/02/cinco-coisas-que-voce-precisa-saber-antes-de-ir-morar-fora-do-brasil.html

Sobre Drika Yar

A autora nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 1971. Curiosa e questionadora, sempre buscou formas diferentes de olhar para as coisas a sua volta, talvez, daí tenha surgido o interesse pela área de exatas. Seu gosto pela leitura e, posteriormente, pela escrita aflorou ainda na adolescência em meio sua fascinação por ficção científica, bem como, pelos contos e lendas das Eras Antiga e Medieval.
Esse post foi publicado em Crônica, Observador. Bookmark o link permanente.

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